A melhor forma de locomover por Santiago é de táxi ou de metrô. As atrações da região central da cidade podem ser exploradas a pé, porém algumas outras necessitam de transporte público, como por exemplo a vinícola Concha y Toro e o shopping Parque Arauco. Há uma frota grande de táxis e várias linhas de metrô que atendem as principais regiões da cidade. Nesse post vou falar como foi minha experiência com os táxis e o metrô na capital do Chile, mostrando os preços e o mapa da rede de trens.

Metrô de Santiago
Metrô de Santiago

 

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Os taxis em Santiago são pretos com teto amarelo. Durante a noite eles deixam um luminoso aceso no para-brisa para indicar que o veículo está livre, que facilita enxerga-lo de longe. Os preços são relativamente baratos, é possível fazer corridas longas pagando um preço aceitável, muito mais baixos que os praticados no Brasil. A corrida começa com $250 CLP (aprox. R$1,00) e acrescenta $100 CLP (R$0,40) a cada 100 metros percorridos.

Eu particularmente não tive muita sorte com os táxis. Na primeira noite utilizamos para ao Patio Bellavista e depois para voltar ao hotel, pois já era tarde da noite e desaconselhável andar a pé pela regiçao. A corrida foi rápida, aproximadamente 1,5 km. Porém numa delas o taxista nos enrolou, ou não enxergou direito, e deu o troco errado. O preço era $1350 CLP (R$5,40), demos uma nota de 5 mil pesos e ele devolveu apenas $650, como se tivéssemos dado uma nota de 2 mil. Só demos conta do erro quando ele arrancou o carro e já era tarde demais. A corrida acabou custando $4350 CPL (R$17,40), o triplo do que deveria ser. E no dia seguinte tentamos utilizar um táxi para ir do hotel ao Cerro San Cristóbal, um percurso de 2 km que o taxista nos recusou a levar, inventando uma desculpa qualquer. Acabamos indo a pé mesmo.

A maioria dos hotéis possui um ponto de táxi, mas é um tipo diferente, sem taxímetro e um pouco mais caro. Vale mais a pena ir até a rua e esperar um táxi comum passar. E para ir do aeroporto até a cidade e vice-versa, ao invés de utilizar táxis comuns é melhor utilizar os serviços credenciados com o aeroporto, sobre os quais eu falei no post anterior “O Aeroporto de Santiago e transfer para o hotel com a Transvip“.

Táxis de Santiago
Táxis de Santiago

 

Outra forma de se deslocar pela cidade é utilizando o metrô. Ao todo são 108 estações espalhadas por cinco linhas (1, 2, 4, 4A e 5). Outras duas linhas (3 e 6) estão planejadas para serem construídas nos próximos anos. O trens circulam todos os dias, das 6h às 23h. As estações Tobalaba, Baquedano e Universidad de Chile possuem internet wi-fi gratuita disponível para os usuários.

As tarifas de um bilhete simples do metrô variam conforme o horário:
Horário de pico (7h00-08h59 e 18h00-19h59) = $660 CLP (R$2,64)
Horário normal (6h30-6h59, 09h00-18h00 e 20h00-20h44) = $600 CLP (R$2,40)
Horário baixo (6h00-6h29 e 20h45-23h00) = $550 CLP (R$2,20)

Mapa do metrô de Santiago
Mapa do metrô de Santiago

 

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Várias atrações da cidade possuem uma estação de metrô próxima, como por exemplo: Mercado Central (Estação Puente Cal y Canto – L2); Plaza de Armas (Plaza de Armas – L5); Palacio de La Moneda (La Moneda – L1); Cerro Santa Lucía (Santa Lucía – L1). Para o Parque Arauco a estação mais próxima e a Manquehue – L1, mas é preciso caminhar algumas quadras até chegar ao shopping. Também é possível ir de metrô até bem próximo da vinícola Concha y Toro, pegando o trem até a estação Las Mercedes, a penúltima da L4. Em seguida é preciso pegar um taxi, mas o trajeto é curto e o preço será baixo.

Utilizei o metrô duas vezes no centro da cidade no primeiro dia de passeios, para chegar ao Cerro Santa Lucía e depois para voltar para o hotel. Era horário de pico e o metrô estava lotado, tive que esperar dois trens para encontrar um menos apertado. Achei o interior dos vagões quente, talvez porque tinha muita gente. E não gostei das estações que utilizei, achei elas muito escuras e um pouco sujas.

Entrada da estação La Moneda

 

Bilheteria da estação La Moneda

 

Estação La Moneda

 

Trem cheio

 

Para fazer passeios para regiões mais distantes do centro da cidade, como as estações de esqui ou as cidades de Valparaíso e Viña del Mar, o mais aconselhável é utilizar o serviço de empresas de turismo locais que oferecem vários tipos de tours ou então alugar um carro. Falo sobre esses dois tipos de serviços nos posts “Vale a pena fazer passeios em Santiago com uma empresa de turismo local?” e “Alugando um carro em Santiago e dirigindo pelas montanhas e estradas do Chile“.

 

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