Santiago – Degustação de Vinhos na Vinícola Concha y Toro

Na manhã do segundo dia de passeios em Santiago fui conhecer a vinícola Concha y Toro, a maior do Chile e uma das maiores produtoras de vinho do mundo. Ela é responsável pela fabricação de 12 marcas de vinho, entre elas Casillero del Diablo, Marques de Casa Concha, Sunrise, Trio e Don Melchor. Nesse post vou dar todos os detalhes da visita, falando sobre como chegar à vinícola, os tipos e preço dos tours, as degustações de vinho realizadas, curiosidades sobre a empresa e sobre os vinhos, e mostrando muitas fotos da propriedade e até um vídeo contando a lenda de um diabo que habitava uma das adegas.

Uvas na vinícola Concha y Toro
Uvas na vinícola Concha y Toro

 

Veja também:
Santiago – Cerro San Cristóbal e o Museu La Chascona
Santiago – O Centro da Cidade: Mercado Central, Plaza de Armas, Catedral e Museus
Santiago – Tour no Palacio de La Moneda, a sede do governo chileno

 

Visitar a Concha y Toro é um programa indispensável para quem vai passar alguns dias em Santiago, mesmo para pessoas que não gostam de vinho. Foi uma das atrações que eu mais gostei na cidade. Já fiz visita e degustação de vinho em outras vinícolas, mas nessa o passeio foi diferente, menos focado em aspectos técnicos da produção, abordando mais a história da vinícola e as características dos vinhos.

A vinícola está localizada na rua Virginia Subercaseaux 210, município de Pirque, que pertence à região metropolitana de Santiago, a aproximadamente uma hora do centro da cidade. Há três formas de se chegar até lá. A forma mais rápida e prática é através do metrô, onde é preciso ir até a estação Las Mercedes, a última da linha L4 – Azul, e depois percorrer um curto trajeto até a vinícola de táxi ou de ônibus Metrobus, linhas 73, 80 ou 81. (Mais informações sobre o metrô no post “Os Táxis e e Metrô de Santiago: Preços e Mapa“)

Outra maneira de se deslocar até a Concha y Toro é comprando o passeio com agências de turismo locais, como a Turistik ou a Turistour, que cobram em torno de $33.000 (aprox. R$132,00) por pessoa para um passeio que inclui o tour na vinícola e o translado de ida e volta até o hotel. Na minha opinião não vale a pena, pois o passeio acaba custando muito mais caro do que se for feito por conta própria. Para saber minha opinião sobre esse tipo de serviço, não deixe de conferir o post “Vale a pena fazer passeios em Santiago com uma empresa de turismo local?“.

A terceira opção é dirigir até a vinícola, caso você tenha alugado um carro. Essa foi a maneira que eu utilizei para chegar na Concha y Toro. Eu tive um pouco de azar porque meu GPS decidiu não funcionar durante o deslocamento e eu tive que me guiar pelas instruções retiradas do site da empresa. Mas não foi tão difícil. É só seguir sempre reto pela Vicuña Mackena, uma longa avenida que corta Santiago de norte a sul, com início na estação de metrô Baquedano, próxima ao centro da cidade. Para facilitar, essa avenida acompanha todo o traçado da linha 4 do metrô, cujos trilhos são elevados em relação à rua. A partir de certo ponto a avenida passa a se chamar Concha y Toro e depois de alguns quilômetros ela cruza o Rio Maipo e tem o seu final no cruzamento com a Virginia Subercaseaux. Virando então à esquerda já é possível avistar os portões de entrada da vinícola.

Dirigindo pela Av. Vicuña Mackena

 

Portão de entrada da Concha y Toro
Portão de entrada da Concha y Toro

 

 

No local há um grande estacionamento para os visitantes e junto à portaria está a bilheteria para a compra dos passeios. Há duas opções de tour: o tradicional Concha y Toro, que custa $8.000 CLP (R$32,00); e o completo com queijos e vinhos Marques de Casa Concha, cujo preço é de $17.000 CLP (R$68,00). A diferença entre os dois é que o passeio normal dura 1 hora e possui duas degustações de vinho, enquanto o completo tem duração de 1h30 e conta com seis degustações de vinho. Ambos iniciam juntos e percorrem o mesmo roteiro dentro da propriedade, mas no final quem optou pelo completo vai para uma outra sala onde são feitas as outras degustações, conduzidas por um sommelier.

Independente do tour desejado, é muito importante fazer uma reserva com antecedência no site oficial da vinícola para garantir um horário, pois os passeios são muito concorridos e possuem vagas limitadas. O pagamento é feito apenas no dia e no local. Quem chega sem reserva pode perder a viagem ou ter que esperar um bom tempo pelo próximo horário disponível. Eu tinha reservado o tour completo para as 11h, mas atrasei e só cheguei na vinícola as 11h50. O próximo começava as 12h30, mas já estava lotado, pois possui apenas 7 vagas. Por sorte, 3 pessoas que reservaram não apareceram e nós conseguimos realizar o passeio completo nesse horário. Mas se elas tivessem aparecido, pelo menos poderíamos fazer o tour tradicional que iniciava no mesmo horário.

Bilheteria da Concha y Toro
Bilheteria

 

Estacionamento da Concha y Toro
Estacionamento

 



As 12h30 começou o passeio e todos os visitantes, tanto do tour tradicional quanto do completo, foram reunidos e apresentados à guia. O passeio é guiado em espanhol, mas também possui alguns horários em inglês. No nosso horário, um fato curioso: todos os 25 visitantes eram brasileiros! Sendo assim, a língua falada acabou sendo o “portuñol”, já que a guia traduzia boa parte das palavras para o português.

A visita começa por um grande corredor formado por plantas. No final dele a guia dá as primeiras explicações e curiosidades sobre a Concha y Toro, como, por exemplo, que ela é a segunda maior vinícola do mundo, exporta para mais de 100 países em todos os continentes, produz 12 marcas de vinho e possui dezenas de vinhedos espalhados por seis regiões do Chile, além de duas unidades no exterior, uma na cidade de Mendoza (Argentina) e outra no estado da Califórnia (Estados Unidos).

Em seguida somos levados até a frente de um grande casarão amarelo, que antigamente era a propriedade da família de Don Melchor de Santiago Concha y Toro, que fundou a vinícola em 1883 e dá nome ao produto top de linha da Concha y Toro, o vinho Don Melchor. Atualmente a companhia é administrada pelas famílias Guilisasti e Larrain e o casarão é utilizado como escritório por diversos setores da empresa, por isso seu interior não é visitado.

Os jardins da propriedade são uma atração à parte, um verdadeiro jardim botânico, com amostras de plantas e árvores de diversas regiões do mundo, incluindo até uma araucária brasileira. Há ainda um grande lago, que antigamente era utilizado como fonte de água para irrigar as plantações, e alguns animais soltos pela propriedade, como ovelhas e pequenas aves.

Início do passeio na Concha y Toro
Início do passeio

 

Corredor de plantas na vinícola Concha y Toro
Corredor de plantas

 

A guia do passeio

 

A antiga casa da família Concha y Toro
A antiga casa da família Concha y Toro

 

Jardins da vinícola Concha y Toro
Jardins da vinícola

 

Jardins da vinícola Concha y Toro

Araucária na Concha y Toro
Araucária brasileira

 

O passeio prossegue então até um grande vinhedo, onde são dadas explicações sobre as plantações, as uvas e como fatores tipo clima, solo e região podem diferenciar a qualidade e o sabor dos vinhos. A visita se concentra na beirada do vinho, numa pequena área onde estão plantadas uma pequena amostra de todos os tipos de uva cultivadas pela vinícola não só ali naquela propriedade, mas em todas as outras regiões do Chile.

O lugar é muito lindo para tirar fotos e tivemos a sorte de ver grandes uvas que ainda não haviam sido colhidas. Entre as curiosidades, aprendemos que a uva Carmenére, que é de origem francesa, foi trazida para o Chile e se adaptou muito bem ao clima e solo da região, conseguindo produzir safras de melhor qualidade que as uvas de mesmo tipo plantadas na França e que, por isso, os vinhos chilenos Carmenére são referências mundias no que se refere à qualidade.

Além disso descobrimos também que as videiras possui um sistema de plantação vertical para aproveitar melhor a luz solar ao longo do dia e que as uvas são irrigadas num sistema de conta-gotas, para que fiquem com uma casca mais grossa e com menos suco em seu interior, a forma ideal para produzir vinhos de qualidade. É por isso elas possuem uma aparência muito diferente dos cachos das uvas que costumamos encontrar nos mercados, que tem mais suco e uma casca mais fina.

Vinhedos da vinícola Concha y Toro
Vinhedos da vinícola Concha y Toro

 

Plantação de uva Chardonnay





Em seguida acontece a primeira degustação, de um vinho branco da marca Marques de Casa Concha. Todos os visitantes recebem uma taça para prova-lo enquanto a guia o descreve, falando de características como cor, aroma e sabor.

Degustação de vinho branco - Concha y Toro
Degustação de vinho branco

 

Degustação de vinho branco - Concha y Toro
Saúde

 

O passeio tem sequência com uma visita às adegas, localizadas em grandes galpões climatizados onde estão armazenados centenas de barris, contendo todos os tipos de vinho tinto produzidos pela Concha y Toro. Uma dessas adegas é subterrânea e chamada de Casillero del Diablo, o mesmo nome de um dos vinhos mais conhecidos da vinícola, que inclusive patrocina um grande time de futebol na Inglaterra, o Manchester United.

A adega e o vinho possuem este nome por causa de uma lenda que por muito tempo assustou os moradores da região e que foi criada por Dom Melchior, o fundador da Concha y Toro. Ele armazenava nessa adega os vinhos que considerava de melhor qualidade, mas percebeu que algumas garrafas estavam sumindo da adega e que havia alguém roubando elas. Então inventou uma lenda de que um diabo habitava o local e disseminou a história por toda a comunidade, que acreditou e ficou muito assustada com a história. Desde então ninguém mais teve coragem de entrar na adega e por isso as garrafas pararam de sumir.

A lenda do Casillero del Diablo é contada de uma maneira inusitada para os visitantes, um pequeno show meio desnecessário. A guia abandona os visitantes na adega, as luzes se apagam e uma voz assustadora conta a história do local. No final todos são levados para uma pequena sala, onde, atrás de um portão, aparece a imagem do diabo protegendo as garrafas de vinho.

Adega da vinícola Concha y Toro
Adega da vinícola Concha y Toro

 

Adega da vinícola Concha y Toro

Adega da vinícola Concha y Toro

Entrada da adega Casillero del Diablo
Entrada da adega Casillero del Diablo

 

Interior de adega Casillero del Diablo
Interior de adega Casillero del Diablo

 

O famoso diabo da lenda do Casillero del Diablo
O famoso diabo da lenda do Casillero del Diablo

 

Fiz um vídeo durante a narração da lenda…

Depois da visita às adegas acontece a segunda degustação, um vinho tinto da marca Casillero del Diablo. Novamente são explicadas as caraterísticas do mundo que está sendo provado. No final, são entregues pequenas sacolas para guardar a taça, pois ela é um brinde da empresa e pode ser levada embora como lembrança.

Degustação de vinho tinto - Concha y Toro
Degustação de vinho tinto

 

Para terminar o tour, quem optou pela opção tradicional é encaminhado para uma sala onde há um telão para assistir um vídeo sobre a vinícola Concha y Toro e em seguida todos são convidados a conhecer o Wine Bar e a loja de vinhos. Quem optou pelo tour completo não assiste o vídeo e continua o passeio entrando numa sala climatizada onde acontecem as outras degustações.

Como eu tinha comprado esta opção, entrei na sala, onde um sommelier nos aguardava. A sala é pequena e a mesa tem capacidade para apenas sete pessoas, por isso o número de visitantes é limitado e é necessário fazer a reserva com antecedência. São provados quatro vinhos da marca Marques de Casa Concha, um branco e três tintos. A degustação de cada taça é intercalada com um tipo diferente de queijo, que melhor harmoniza com a bebida que está sendo degustada. A tábua de queijos também pode ser levada de brinde no final da visita.

Recomendo o tour completo apenas para quem gosta de vinhos. Se você não gosta, o tour tradicional ja é o suficiente. Mas se você aprecia bons vinhos, mesmo que não seja um expert no assunto, vai gostar do tour completo e certamente irá sair dele com um pouco mais de conhecimento, pois as explicações do sommelier são bem completas e fáceis de entender.

Sala de degustação de vinhos - Concha y Toro
Sala de degustação de vinhos

 

Degustação de queijos e vinhos do tour completo - Concha y Toro
Degustação de queijos e vinhos do tour completo

 

Sala de degustação de vinhos - Concha y Toro

Loja de vinhos - Concha y Toro
Loja de vinhos

 

Para finalizar o post, segue um mapa com a localização da vinícola Concha y Toro e indicando o trajeto a ser feito de carro partindo da região central de Santiago.

 


Visualizar Como chegar na Vinícola Concha y Toro em um mapa maior

 

Como já falei no início do post, vale muito a pena conhecer a vinícola, é um passeio bonito e interessante. Dura apenas meio período e é melhor se for feito na parte da manhã. Assim ainda sobra todo o resto do dia para passear. Neste dia eu saí de lá por volta das 14h e fui visitar a estação de esqui Valle Nevado, uma grande aventura que pode ser conferida no post “Valle Nevado Ski Resort: a maior estação de esqui da América do Sul“.

 

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Veja o o relato de visitas a outras vinícolas já publicadas no blog…
São Joaquim – Degustação de Vinhos na Vinícola Villa Francioni
As principais vinícolas de Mendoza: dicas para visitação
Buenos Aires: Degustação de vinhos argentinos em Palermo Soho
Montevidéu – Visita Guiada e Degustação de Vinhos na Bodega Bouza
Cidade do Cabo – Degustação de vinhos na vinícola Groot Constantia
Cidade do Cabo – As vinícolas de Stellenbosch

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41 Responses to Santiago – Degustação de Vinhos na Vinícola Concha y Toro

  1. Luciana Almeida 12 de maio de 2012 at 13:16 #

    Também estive aí e adorei! ótimo post e que belas fotos! :)

  2. Dona Farta 9 de julho de 2012 at 6:03 #

    Blogueiros dedicados como você talvez não tenham ideia, mas são a salvação de viajantes de primeira viagem como eu!

    Estou indo para o Chile agora em Agosto, pela primeira vez, e totalmente perdida com o roteiro… Este seu post sobre a Concha Y Toro está PERFEITO (faltou só dizer se os preços dos vinhos na loja de lá são bons, se compensa), ajudou demais no meu planejamento, já estou fuçando o blog pra ler os outros posts, tenho a impressão que vou seguir muitas dicas daqui!

    Valeu mesmo! E parabéns pela dedicação!

    • Diego 11 de julho de 2012 at 18:52 #

      Obrigado pela mensagem! Acabei ficando pouco tempo na loja da vinícola porque não pretendia comprar nenhuma garrafa. Quando voltar de viagem deixe uma mensagem contando como foi.

      um abraço,
      Diego

  3. Dona Farta 11 de julho de 2012 at 20:59 #

    Obrigada pela atencao, Diego!

    Estou muito ansiosa, quando voltar virei compartilhar minhas impressoes!

    Obrigada, e mais uma vez Parabens pelo Blog!

    Flavia/Farta

  4. luana 27 de julho de 2012 at 12:14 #

    meu filho tem 7 anos, queria saber se ele é pagante para entrar na concha y toro?

  5. Zeca 19 de setembro de 2012 at 14:55 #

    Diego,
    Parabéns e obrigado pelo Blog. Seu Blog está sendo meu guia para montar minha viagem a Santiago. Realmente está muito bom.
    Com relação aos vinhos, eu sempre tive uma dúvida. Como se deve fazer para entrar no Brasil com garrafas de vinho? Pode ser uma dúvida boba, mas eu nunca trouxe do exterior por não saber como fazer. Uma vez eu vi os policiais federais revistando as bagagens dos passageiros que vinham de Montevidéu e inutilizando os potes de doce de leite que encontravam. Fiquei ainda com mais receio de trazer do exterior.
    Um abraço, e mais uma vez parabéns.

    • Diego M. 19 de setembro de 2012 at 20:19 #

      Oi Zeca, obrigado pela mensagem. Sabe que eu nunca trouxe vinho na mala? Nas poucas vezes que trouxe vinho de alguma viagem, a garrafa foi comprada no Duty Free e vinha dentro da sacola lacrada e com nota fiscal, daí não dava nenhum problema na hora de passar pela alfândega. Já li alguns relatos de pessoas que colocaram garrafas dentro da mala, no meio das roupas, e não tiveram problema. Um abraço!

      • Lacerda 3 de dezembro de 2012 at 16:11 #

        Eu sempre trago vinhos enrolados (com muito platico bolha) dentro das malas despachadas. Trouxe 16 garrafas da A´frica do Sul e 16 do Chile, e nunca tive problemas. Lembrando que 16 garrafas de vinho = 12 litros (12 x 750ml), que é o máximo permitido pela lei brasileira (não são só 12 garras de vinho, como muita gente pensa!! Isso foi um auditor fiscal que me disse.) O mairo perigo é quebras as garrafas. Para isso: muito plático bolha (que já levo do Brasil, e uso a roupa suja para proteger e isolar as garrafas umas das outras).

        • Diego M. 3 de dezembro de 2012 at 20:40 #

          Obrigado pela contribuição Lacerda. Trazer na mala realmente é uma boa alternativa. Um abraço!

  6. Priscila 20 de janeiro de 2013 at 18:06 #

    Olá obrigada pelas dicas e sugestões.

    Gostaria de dicas e endereços de lugares,lojinhas e feirinhas de artesanato para comprar souvernirs baratinhos em Santiago e Valparaiso?

    Os dias de funcionamento e horarios?

    Obrigada.

    • Diego M. 20 de janeiro de 2013 at 22:11 #

      Oi Priscila. Em Santiago lembro de uma feirinha próxima à estação do funicular do Cerro San Cristóbal e em Valparaíso há uma feirinha bacana em frente ao Museu Naval. Não sei te informar os horários e dias de funcionamento. Um abraço

  7. Reynaldo 2 de fevereiro de 2013 at 17:17 #

    Vc sabe se a entrada da vinícola está incluída no preço dos passeios das agencias de turismo?. Pq se estiver o cálculo muda.

    Att

    Reynaldo

    • Diego M. 3 de fevereiro de 2013 at 10:12 #

      Oi Reynaldo, não consigo te confirmar se estão incluídos, mas acredito que sim. Um abraço!

  8. Lorenne 13 de fevereiro de 2013 at 15:41 #

    Em primeiro lugar, parabéns pelo blog. É, de longe, o melhor e mais detalhado blog que já li sobre viagens e roteiros.
    Vou para Santiago em breve, e gostaria de tirar uma dúvida: você mencionou que foi de carro para a vinícula. Há algum problema em relação ao alcool ingerido (em decorrência da degustação) e a volta ao volante?
    Desde já, agradeço muito!
    Abraços.

    • Diego M. 14 de fevereiro de 2013 at 13:58 #

      Oi Lorenne, muito obrigado pela sua mensagem.
      O correto é não dirigir caso você beba álcool, parece que as leis lá no Chile são tão severas quanto aqui no Brasil. Eu acabei correndo esse risco e por sorte nada aconteceu ;)
      Um abraço.

  9. Diego 21 de fevereiro de 2013 at 20:20 #

    Diego, parabéns pelo blog. Vou ao Chile em maio/2013 e suas dicas estão me ajudando e muito. Depois de tantos vinhos acho que vou de metro para não correr nenhum risco dirigindo. Parabéns

    • Diego M. 22 de fevereiro de 2013 at 9:48 #

      Oi Diego, obrigado pela mensagem. Boa viagem, um abraço!

  10. Marina 24 de fevereiro de 2013 at 22:23 #

    Olá Diego
    Irei final de abril e gostaria de saber como está o clima de Santiago nesta época? Frio? Chuvoso? Levo agasalhos pesados?Ou compro por lá?
    muito bom seu blog! Dicas preciosas! Será minha referencia em Santiago!
    Abs
    Marina

    • Diego M. 25 de fevereiro de 2013 at 13:44 #

      Oi Marina, obrigado pela mensagem. Eu viajei para Santiago no final de abril do ano passado, mesma época que você vai. Durante o dia o tempo estava quente e com sol. À noite ficava mais fresco, entre 10 e 15 graus. Mas você sabe como é, o tempo é imprevisível. Na dúvida consulte a previsão alguns dias antes da sua viagem para ter uma noção do que vai encontrar. Um abraço

  11. cynthia 18 de março de 2013 at 19:55 #

    Olá Diego, compartilho com os outros internautas os merecidos elogios ao seu blog. É o melhor que já visitei, com detalhes e fotos incríveis. Estarei no Chile em Junho/13 com meu noivo, e seu blog nos tem ajudado muito.
    Ficaremos 10 dias e gostaria de saber o que mais pode ser feito nesse período de inverno, além do centro de Santiago, Vinícolas, e dos passeios a Val Paraíso e Vina del Mar? Você conheceu algum hotel de preço acessível em Vale Nevado, ou ainda foi à Farellones?
    Atenciosamente
    Cynthia Rocha

  12. Paulo 5 de abril de 2013 at 11:46 #

    Olá diego, muito bom seu post.
    Não tem perigo de ir de carro para este passeio? digo quanto a beber os vinhos e dirigir, como funciona a lei seca no chile? A policia poderia nos prender?

    • Diego M. 5 de abril de 2013 at 11:48 #

      Oi Paulo, obrigado pela mensagem. Acho que as leis no Chile são tão severas quanto no Brasil. O correto é não dirigir se beber, é um risco que se corre e que deve ser evitado. Um abraço!

  13. Esther Alcântara 7 de junho de 2013 at 20:11 #

    Olá, Diego!

    Coisa boa achar seu blog e este post excelente!
    Eu e meu marido pretendemos viajar para o Chile em julho e a ideia é fazer a rota dos vinhos.
    Obrigada pela ajuda!

    Abs.

    • Diego M. 10 de junho de 2013 at 13:02 #

      Oi Esther, obrigado pela mensagem. Na volta conte como foi seu passeio. Um abraço e boa viagem!

  14. Patricia Beatriz 19 de junho de 2013 at 13:04 #

    Oi, Diego!

    Descobri seu blog há alguns dias, pois vou novamente a Santiago em Agosto e adorei todas as suas dicas. Minha surpresa foi que você também é de Floripa!

    Bom, na minha primeira visita, fui na Concha y Toro, comprei com a agência e fui com o transfer contratado. Desta vez, voltarei para levar meus pais, que ainda não conhecem, queria saber se é tranquilo ir de metrô e depois pegar o taxi, fazendo a reserva pelo site… e também queria saber se tens alguma dica da Vinícola Causino Macul, e se é possível ir pro conta própria tranquilamente também.

    Abraços.

    • Diego M. 20 de junho de 2013 at 11:44 #

      Oi Patricia, obrigado pela mensagem. Eu fui de carro alugado para a Concha y Toro, mas já li alguns relatos de pessoas que foram de Metrô + Taxi e falaram que é bem tranquilo. Depois me diga se deu tudo certo. Um abraço e boa viagem!

  15. Aldo Luiz 10 de julho de 2013 at 19:50 #

    Saudações

    Sou um apaixonado pelo mundo dos vinhos,principalmente quando se fala de um pais como o Chile,os melhores vinhos,viniculas,bodegas e produtores

    Eu fiz um comentario sobre o Valle de Colchagua que encontra-se ao sul de Santiago possui o mais bem organizado roteiro enológico

    Que previligio e prazer seu tour,verdadeira aula de vinho pelo Chile e conhecer vinícola Concha y Toro, a maior do Chile ,Marques de Casa Concha, Sunrise, Trio e Don Melchoradega, Casillero del Diablo tem até comercial na tv brasileira sobre o vinho em questão .é sensacional

    As fotos do tour são maravilhosas estou sonhando acorado aqui com esse roteiro,sem duvida mais opção quando visitar o Chile ,pura magia

    O mundo dos vinhos está no Chile , parabéns pelo excelente texto e fotos

    Enoabraços !

    Aldo – Brasil
    twitter.com/Aldo_Management

    • Diego M. 13 de julho de 2013 at 18:09 #

      Oi Aldo, muito obrigado pelo seu comentário. Um abraço!!!!

  16. JOSE 8 de agosto de 2013 at 20:23 #

    Fui a vinícola de metro, seguindo a dica aqui do post.

    Foi muito tranquilo, só levei um tempo para achar os taxis que vao até a vinicola.

    Fica a dica, saia da estação pela direita, apos subir as escadas dobre a esquerda. No estacionamento do supermercado é que saem os taxis para a Viniocola, a corrida nao é cara, sai em torno de 3.000 CLP algo em torno de 15 reais.

    Assim como o post escolhei o tour marques de casa concha, reservei pelo site da propria vinícola.

    Valeu muito a pena, recomendo.

    abcs

    José

    • Diego M. 8 de agosto de 2013 at 23:35 #

      Oi José, agradeço pela sua contribuição. Um abraço!

    • Helton Cesar 22 de agosto de 2013 at 11:23 #

      Para entrar na vinícola, quais são as opções de pagamento?

      • Diego M. 23 de agosto de 2013 at 18:46 #

        Oi Helton, você pode pagar com pesos chilenos, dólares ou então cartão de crédito. Um abraço!

    • Débora 13 de janeiro de 2014 at 18:13 #

      Ótimas dicas, só gostaria de um auxílio de quem foi de metro a vinícola… É tranquilo voltar com as garrafas de vinho compradas na loja da vinícola? Minha única dúvida para o passeio é que vou querer comprar toda cota de vinhos possível o problema será ir de metro e voltar com as compras será que é tranquilo? Obrigada pela ajuda!

      • Joana Nery 10 de março de 2014 at 15:11 #

        Bem, não conheço… mas penso que talvez uma malinha de rodinhas pequena talvez seja uma boa para carregar tantas garrafas de metrô! Será que é viável?

  17. Joana Nery 10 de março de 2014 at 15:09 #

    Diego, preciso de uma ajuda mas não a encontrei pelos sites que naveguei pela net e achei o seu tão explicadinho e com altas dicas que resolvi tentar obter a resposta que procuro com você!rs
    Quero ir a Argentina, mas também quero ir ao Chile, tudo numa tacada só!
    Mas queria opções mais baratas para sair de buenos e chegar à Santiago… existem trens ou ônibus que fazem esse trajeto? Alugar um carro pode ser uma boa opção?

    - Parabéns pelo site, as dias são maravilhosas.

    Obrigada.

    Joana.

    • Diego M. 10 de março de 2014 at 22:57 #

      Oi Joana,
      Para ir de ônibus de Buenos Aires a Santiago, ou o contrário, a viagem é bem longa e precisa passar pela cidade de Mendoza no meio do caminho. Acredito que o trajeto total deve demorar quase 24h, pois é preciso cruzar a Codilheira dos Andes.
      Não há trens e alugar carro não é uma boa opção. O melhor meio mesmo é o avião. Apesar de ser mais caro, é mais rápido e prático. Procure fechar um pacote de passagens, comprando Brasil-Buenos Aires-Santiago-Brasil, assim quem sabe consegue um bom preço.

  18. Maria 10 de junho de 2014 at 15:09 #

    Oi Diego! Estou com uma dúvida… tentei reservar uma visita no site para a vinícola Concha y Toro, porém, no formulário, tem um campo de preenchimento obrigatório “empresa ou organização”. Só que eu vou por conta própria… Você, que também foi de forma independente, preencheu o quê nesse campo do formulário?
    Obrigada!!!

    • Diego M. 11 de junho de 2014 at 14:09 #

      Oi Maria, fui por conta própria sim, não lembro o que coloquei nesse formulário, mas escreva qualquer coisa, não vai fazer diferneça. Um abraço!

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