O Rio Danúbio, que divide a cidade de Budapeste ao meio, é o segundo mais longo da Europa, atrás apenas do Rio Volga, na Rússia. Com aproximadamente 2,8 mil km, o Danúbio tem sua nascente na Floresta Negra da Alemanha e atravessa o continente de oeste a leste, passando pela Áustria, Eslováquia, Hungria, Croácia, Sérvia e Bulgária, até desaguar no Mar Negro, na Romênia.

Rio Danúbio

 

 



 

Na capital da Hungria há nove pontes atravessando o Danúbio. Sete delas são liberadas para o tráfego de veículos e pedestres, enquanto as outras duas são exclusivamente para trens. As pontes fazem parte do cenário e da história da cidade. São belas tanto de dia quanto a noite, quando recebem iluminação especial. As três mais antigas e também as mais conhecidas estão localizadas na região central da cidade: a Ponte das Correntes, a Ponte Elizabeth e a Ponte da Liberdade. Todas elas foram destruídas durante a Segunda Guerra  Mundial e tiveram que ser reconstruídas.

A Ponte das Correntes (Lánchíd) é a ponte mais famosa da cidade. Foi a primeira travessia permanente entre Buda e Peste, concluída em 1849.  Com 375 metros de extensão, possui duas grandes torres de sustentação e estátuas de leões em suas entradas. Na entrada do lado Peste da ponte está a praça Roosevelt,  enquando do lado Buda, a praça Clark Ádám e a estação do funicular para acesso ao castelo.

Ponte das Correntes

 


Entrada da Ponte das Correntes

 


 

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A Ponte Elizabeth (Erzsébet hid) é uma grande ponte suspensa e foi concluída em 1903. Ela tem o nome da Rainha Elisabeth, que foi imperatriz do império Austro-Húngaro até ser assassinada em 1890. Uma grande estátua de bronze da rainha está localizada numa pequena praça junto à entrada do lado Buda da ponte.

Ponte Elizabeth

 



A Ponte da Liberdade (Szabadság híd) é uma grande estrutura de ferro pintada na cor verde, concluída em 1899. Tem 333 metros de extensão e suas torres possuem no alto uma estátua de bronze de um párraso Turul, espécie típica da região da Hungria. No lado Buda da ponte está o Hotel Gellert, enquanto no lado peste encontra-se o Mercado Central.

Ponte da Liberdade

 



Além das belas pontes, a cidade de Budapeste também é muito conhecida por seus banhos termais. Como a cidade está situada numa área com formação rochosa de origem vulcânica, suas águas são aquecidas naturalmente e possuem grande valor terapêutico e medicinal. Para os turistas, as águas teramis podem ser uma diversão, mas para os habitantes da cidade ela possuem um importante, fazendo parte do cotidiano dos húngaros desde o passado.

Há diversas parques e complexos termais espalhados pela cidade. O mais famoso é o Hotel Gellért, considerado a maior e melhor casa de banhos termais de Budapeste. Seu edifício foi construído entre 1912 e 1918 e, assim como muitos outros locais importantes da cidade, também foi bombardeado durante a Segunda Guerra, tendo que ser reconstruído em 1940.

O hotel possui um famoso Spa e um complexo com treze piscinas do mais variados tipos, como piscinas normais, aquecidas, cobertas, na área externa, com bolhas efervescentes e até com ondas artificiais. É possível conhecer uma área do hotel gratuitamente, onde ficam localizadas as bilheterias. Os horários de funcionamento variam conforme a época do ano e o dia da semana e há inúmeras opções de ingressos, que podem ir desde um simples banho nas piscinas até um tratamento mais relaxante no spa.

Hotel e Spa Gellért

 

Ao lado do hotel está a Cave Chuch (Gellérthegy-barlang), uma igreja que fica dentro de uma caverna, no monte Gellert, local onde habitava São Estevão, um monge que se tornou santo devido à cura de doentes com as águas termais que jorravam nas proximidades da caverna. Pequena e apertada, não há muito o que ver no interior da igreja, mas ainda assim ela é interessante pelo simples fato de estar dentro de uma caverna. Mesmo que não haja interesse em visita-la, vale a pena ir até a sua entrada, pois lá há um mirante com uma bela vista da ponte da Liberdade, onde é possível tirar ótimas fotos, como a que eu postei acima quando mencionei esta ponte.

Interior da igreja na caverna

 




Na região Norte da cidade de Budapeste há uma grande área verde no meio do Rio Danúbio conhecida como Ilha Margarita (Margitsziget), um grande parque e uma das principais áreas de lazer da cidade. Ela recebeu este nome pois a princesa Margit, filha do rei Béla IV, passou grande parte de sua vida num antigo convento que ali existia, no século XIII.

Além de ser uma área para a prática de esportes ou simplesmente para relaxar e curtir a natureza, a Ilha Margarita conta com diversas atrações, como o jardim japonês, um jardim de esculturas, uma igreja dominicana dó século XIII que fazia parte do antigo convento, uma grande torre de água de 57 metros de altura considerada patrimônio histórico pela UNESCO, dois hotéis de luxo (o Grand Hotel Margitsziget e o Thermal Hotel Margitsziget) e um complexo de piscinas chamado Palatinus.

Ilha Margarita e o Parlamento Húngaro

 

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